Ops!

Na cama, Ramona era mesmo imbatível. Rapaz, melhor foda que eu já tive - e já devo ter comido bem umas 200 mulheres por aí. Ramona era linda. Seios empinados, bunda levemente arqueada, lordose perfeitamente angulada, olhos azuis, barriga reta e coxas grossas. Ramona conhecia técnicas tântricas que me faziam ir à loucura. Ficava ali, paradinha, com cara de safada, enquanto as paredes internas da vagina se contorciam. E Ramona gozava, de verdade. Não era aquele gozo tímido, complicado e misterioso. Nada disso, ela gozava expansivamente. O problema é que, depois de toda essa epopeia sexual, a vagina de Ramona peidava. Nada demais, era o ar que entrava por ali. O problema é que ela se virava para mim (terminávamos quase sempre o coito com ela de quatro) e dizia, encabulada, com um sorriso amarelo e o olhar dilacerado, em posição de desvantagem: ops!
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