- Respira!

Dá aquele desespero. E aí, alguém manda a gente respirar. Mas eu tenho respirado nos últimos vinte e sete anos, dia após dia, um segundo após o outro, sem parar. E não tem adiantado. E o pedido é por respirar fundo, mas aí dóem os pulmões, e os vinte e sete pesam. E pesam não porque são muitos, mas porque são muito mais. E porque há muitos quilômetros. As coisas precisam ser leves. Mas não são. - Respira!
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