estrupador africano

O jogador sul-africano Benedict Vilakazi perdeu o posto de capitão de sua equipe, o Orlando Pirates, depois de ser denunciado pelo estupro de uma menor. O meia negou a acusação e pagou uma fiança de 10.000 rands (valor 10.000 vezes superior a fiança árabe pelo mesmo crime que é de 1 hand). Benedict explicou no tribunal que sua função é mais de extirpador do que estuprador, mas ninguém entendeu porra nenhuma devido ao índice de analfabetismo africano. Então a defesa do jogador seguiu por outra linha. Segundo eles, se levarmos em contra os números de crianças africanas com AIDS e outras doenças venéreas, estuprar uma menor é o mesmo que brincar de roleta russa com a piroca. E mesmo que alguém se odeie o bastante para tentar o suicídio, não existem relatos de masoquistas extremistas o bastante ao ponto de cortar o próprio pau. Tirando o caso da Roberta Close, é claro.
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