Toda cura para todo mal

Nenhuma dor de cabeça. Nada de estômago embrulhado ou ânsia de vômito. Nem o já habitual cansaço nas pernas de homem gordo, ou a inerente e tropical moleza dos dias calorentos. E o que é mais assustador: até o diário e arrebatador sono que prende à cama e inutiliza toda a manhã está ausente. Estou bem. Simplesmente, bem! Estranhamente, bem! Só algo me incomoda: preciso encontrar, na memória do dia de ontem, algum outro fato que tenha me dado esse bem estar, para não acabar bebendo todos os dias.
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